1. Como a marca esta posicionada?
2. Qual é o limite do que a marca faz?
3. O que faz sentido a marca defender ao longo do tempo?
Sem essas respostas, qualquer projeto de marca vira decoração.
Afinal, o que é "marca"?
É tentador pensar que uma marca nasce de um símbolo bem desenhado. Mas a verdade é outra: o que chamamos de “marca” é um modelo mental, um sistema de conexões entre coisas, pessoas, comportamentos e histórias que, originalmente, não têm nenhuma relação entre si.
A cor vermelha, o Natal e a Coca-Cola têm origens completamente diferentes, mas, hoje, tudo está ligado. Isso não é acidente.
O cérebro humano precisa categorizar. Para isso, ele agrupa informações, Ao agrupar, cria novos significados que escapam dos objetos.
Uma mesma faca pode ter significados diferentes na mão de um chefe de cozinha ou na mão de uma assassino em um filme de terror, tudo depende de como classificamos essa objeto de acordo com as informações do contexto.
A mesma coisa acontece com um camiseta branca básica, que pode custar R$50 ou R$500.
Quando você entender como desenhar relações de significado, começa a entrar no território da marca, a lógica que permite que negócios comuniquem sua intenção.
por onde começaR uma marca?
Não é pelo logo. Não é pelo slogan. Muito menos por um post viral.
Toda marca começa pela estrutura mental que sustenta todas as escolhas: posicionamento, narrativa, comunidade, símbolos, comportamento e consistência.
Pensar em marca é aprender a decidir entre o que merece atenção e o que pode ser ignorado. É entender que uma boa ideia morre rápido quando nasce da ansiedade de “parecer criativo”, em vez de nascer da personalidade e do contexto onde a sua marca existe.
Essa é a diferença entre entregar estética e construir significado.
É a base de todo projeto estratégico
E é a origem do Brand Logic Model™.